Como eu compilo o OpenCV no Linux com um monte de penduricalhos (CuDNN, CUDA, OpenGL, Qt, TrueType, CODECs de Video)

OpenCV é uma biblioteca gigante. Mas ao mesmo tempo bastante flexível. Você escolhe o que a sua versão vai ter através da instalação ou não no seu sistema de dependências opcionais. Neste artigo vou mostrar como eu faço para compilar o OpenCV com a maior linha de comando de cmake que já escrevi. Vou também adicionar comentários para que você entenda o que é necessário para compilar com sucesso. Vamos começar.

Versões pré-compiladas de Pytorch

Acabo de descobrir um repositório que salvou minha pele, então resolvi vir aqui compartilhar com vocês. Se você abrir o site do pytorch, ele te apresenta algumas opções de instalação: A questão é que, se você quiser instalar uma versão diferente da apresentada (hoje é a 1.7.1), vai começar uma caça ao tesouro bem chatinha… Existe uma página - que sei lá o porquê me levou um tempo pra achar - aqui:

OpenCV instalado globalmente com autocomplete no PyCharm

Intro Por um bom tempo utilizei o módulo virtualenv. Mas desde que aprendi sobre o módulo padrão de python venv nunca mais voltei. Pra começar ele já vem instalado com o python (se não veio, basta instalar o pacote python3-venv). Ele também é mais previsível do que o virtualenv, já que não é necessário mexer nos seus arquivos de login .{bash/zsh/fish}rc e o uso padrão é instalá-lo na raíz do seu projeto.

OBS Studio como uma webcam virtual

No ano de 2020 as video conferências explodiram pelo globo. Se tornaram uma necessidade para vários trabalhadores remotos. Se você tiver a sorte de usar Linux (baseado em Debian), esse passo-a-passo vai te mostrar como usar o OBS Studio como uma fonte de vídeo em qualquer programa de conferência (Google Meet, Zoom, Discord, etc). Vamos lá: Instalar OBS, libOBS, v4l loopback, qt-dev 1 sudo apt-get install obs-studio libobs-dev v4l2loopback-dkms qtbase5-dev Configurar o módulo de kernel v4l2loopback 1 2 3 4 5 sudo touch /etc/modules-load.

LSP de Haskell (bonus: com Vim)

Então você curte codar em Haskell. E você ouviu dizer que os jovens hoje em dia usam esse negócio chamado LSP. Direto ao ponto: LSP é uma especificação que padroniza o auto-complete, navegação no código, linting, essas facilidades normalmente encontradas somente em IDE’s. E pra usar o tal do LSP é preciso ter um servidor de linguagem que se comunica com o seu editor preferido. Neste artigo vamos focar no LSP de Haskell (haskell’s language server).